segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
para quê
arriscar rios de amor, desperdiçar tempo percioso de uma vida curta e perder tudo de uma vez só? para quê deixar as pessoas tão á quem da realidade, fantasiando-as com sonhos ridiculos, que cego de amor, se acredita? porque não esperar pelo momento certo, na altura certa e á fracçao de segundo certa e apenas, reagir? num acto pequeno ou simples, sem grandes alaridos? para quê histórias bonitas em finais desvastosos, e porque não, histórias realistas com finais ainda mais realistas e com o mesmo devido amor? porque é que não abres o olho e percebes que que esses jogos manhosos já não pegam em pleno século vinto e um? a menos que, queiras enganar alguém com idade para ser tua mãe ou avó... aí já me mantenho de boca fechada.
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- "a frustração de alguém, compartilhada contigo"
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